Sexo X Menstruação

Como fazer sexo menstruada sem constrangimento

Pesquisas revelam que nós, mulheres, temos mais restrições quanto a sexo durante a menstruação do que os homens. Quer deixar o preconceito de lado? Levantamos algumas dicas que podem te ajudar!



Sexo durante a menstruação é um tabu apenas para nós: mais de 78% dos homens não ligam de ir para a cama com uma mulher naqueles dias. Enquanto o fluxo estiver menor, não deixe de transar. Você vai se surpreender: durante o período menstrual, os hormônios e a libido estão à flor da pele.
Contra a maré
· Antes do sexo, estenda uma toalha escura sobre a cama - não custa preservar o jogo de lençol, não é?
· Peça ao parceiro para massagear sua virilha (com a mão, a língua, o pênis...). Nesse período de sensibilidade elevada, a excitação será maior.
· Separe uma toalhinha úmida e deixe-a de lado caso precisar se limpar rapidamente.
· Aposte em posições que impeçam o corrimento do fluxo, como a papai e mamãe. Para deixá-la mais excitante, coloque suas pernas sobre os ombros do gato.
· Ficar de lado também é gostoso - a posição é profunda e controla a saída do sangue.
· Tome uma ducha com o parceiro! Peça para ele se sentar no chão e fique por cima, com as pernas abraçadas em sua cintura. Ou, se preferir de pé, incline-se para a frente e deixe-o penetrá-la por trás. Qualquer corrimento vazará diretamente pelo ralo.

Pode ter relações sexuais durante a menstruação?” A dúvida é frequente na população feminina, mas nem todas as mulheres ficam confortáveis em abordar o tema com especialistas.
A resposta para a pergunta é “sim”, diz a médica coordenadora do Ambulatório de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elsa Gay, ao emendar um complemento para a afirmação.
“Mas, para isso, é preciso dar atenção especial à higiene íntima, antes e depois da relação”.
Algumas mulheres podem ficar receosas em transar nesta fase do ciclo por causa dos odores e secreções, típicos do período menstrual. Mas reforçar os cuidados higiênicos na região da vagina e do ânus, afirma Elsa, garante mais do que segurança para fazer sexo mesmo estando menstruada.
“A limpeza adequada dificulta as infecções e reforça as defesas sexuais que ficam mais frágeis durante o período menstrual”, diz Elsa.
Os motivos
Durante a menstruação, três fatores fazem com que as mulheres fiquem mais vulneráveis ao contágio de doenças, explica Paulo César Giraldo, ginecologista da Unicamp e presidente da Comissão de doenças infectocontagiosas da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
“Nesta fase, aumenta a umidade na região da vagina, desequilibra o pH do tecido vaginal e aumenta a descamação da área, o que torna o ambiente propício à proliferação de vírus, bactérias e fungos”, afirma.
Promover a higiene íntima é, portanto, aumentar as defesas naturais da mucosa da vagina e“liberar” as mulheres para o sexo na menstruação caso elas queiram (e o parceiro concorde). Os especialistas, no entanto, fazem questão de ressaltar que, em hipótese nenhuma, o hábito substitui o uso da camisinha. Mesmo o uso de preservativo exige higiene reforçada, já que os resquícios de secreção também podem causar outros tipos de infecções.
Como faz?
Apesar de parecer um assunto intuitivo e de conhecimento de todos, pouca gente entende de higiene genital e até mesmo os médicos não sabem abordar o assunto com suas pacientes. Um levantamento feito com 422 especialistas que estiveram no Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, realizado no fim do ano passado, mostrou que apenas 3% deles falam espontaneamente com suas clientes sobre higiene da vagina e as formas mais adequadas de limpeza.
“São inúmeras publicações que falam sobre a importância de lavar as mãos, por exemplo, e sobre higiene íntima as orientações são praticamente inexistentes”, afirma o médico Giraldo.
“Por isso, sabendo da importância inclusive para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis como o HPV, elaboramos no final do ano passado o primeiro guia de higiene íntima feminina, voltado para ginecologistas orientarem suas pacientes.”
De acordo com o presidente da comissão da Febrasgo, usar sabonetes que não desequilibrem o pH da mucosa vaginal é o primeiro passo para a limpeza adequada.“Neste caso, é importante não usar substâncias neutras (porque o ideal é que a região fique ácida) e também não utilizar sabonetes que exterminam bactérias (antisépticos), porque algumas delas protegem as defesas naturais da vagina”, explica Paulo César Giraldo.
No mercado brasileiro, já existem produtos específicos para a higiene íntima e a orientação é sempre perguntar a opinião do médico sobre quais usar. Apesar de serem os mais recomendados para este tipo de uso, os sabonetes íntimos são utilizados por apenas 11% das mulheres, segundo pesquisa feita pela Sanofi-Aventis (laboratório fabricante do Dermacyd).
Indicação e corrimentos
A higiene íntima benfeita melhora a autoconfiança feminina, dificulta o contágio de doenças e impacta até no desempenho sexual da mulher, mas não pode ser encarada como remédio ou tratamento.
“O sabonete íntimo não vai curar o corrimento, caso ele exista, e sim evitar que apareça. Se a mulher tiver com qualquer secreção diferente, ainda que sem cheiro ou cor, é importante procurar o médico antes de usar qualquer produto”, afirma Elsa Gay.
“Outro ponto importante é que estes sabonetes não melhoram a lubrificação vaginal, diminuída com a chegada da menopausa principalmente. A relação entre higiene e desejo sexual é que vencido o tabu de odores, as mulheres podem sentir menos pressão na hora de transar, o que facilita o prazer”, completa a médica.
Passo a passo para a higiene intíma
- Em dias quentes, procure fazer higiene íntima três vezes por dia. Em dias frios, uma vez
- Faça movimentos circulares suaves e evite trazer resíduos da região anal para a vulvar
- Utilize produtos específicos, que façam pouca espuma e que NÃO sejam anti-sépticos
- Secar as áreas lavadas com toalhas de algodão, macias, secas e limpas
- Fazer higiene íntima em excesso é tão prejudicial como não fazer. Esfregar demais a pele da região pode provocar lesões e machucados que favorecem infecções.
- Mulheres que já estão na menopausa devem ter atenção especial, pois a mucosa vaginal tende a ser mais fina e a limpeza da área genital pode favorecer o aparecimento de lesões
- Evite usar papel higiênico muito áspero, que pode machucar a pele e deixar resíduos. O ideal segundo Paulo César Giraldo é utilizar lenços umedecidos.
Lyllyan
Fonte: IG

Saiba como usar um vibrador com sua parceira





Sexo é coisa de dois, certo? Então nem pense em aproveitar a companhia de uma mulher apenas para satisfazer seus instintos e gozar enlouquecidamente no final da mesma maneira que você faz quando está batendo uma punheta. Ter e dar prazer é justo para que os dois aproveitem a transa e saiam felizes de encontro que merece dar certo.

Direitos iguais



Usar um vibrador com sua companheira pode ser prova de amor, sabia? Os homens tendem a deixar transparecer certo egoísmo na hora do sexo, pensando principalmente em quando vão gozar e quais as posições que mais gostam para despertar seu próprio prazer. É aquela velha frase conhecida que em algum momento vai ser dita: eu preciso terminar… E aí eles se satisfazem, com ou sem orgasmo, esgotam a energia para prosseguir com os estímulos, viram pro lado e dormem – ou acendem um cigarro. E você tem que fazer cara de feliz por ser tão competente na cama que ele conseguiu ter um gran finale.

Pois eles podem aprender que dá para relaxar depois do gozo e sem qualquer esforço físico pegar um bom estimulador clitoriano, por exemplo, e brincar com a vulva da mulher sem pressa de terminar o depois da transa. Tenha a certeza de que ela vai te agradecer eternamente por ter o cuidado de pensar no prazer alheio e conhecer o funcionamento tão peculiar do organismo feminino.

Introdução ao sexo anal


Introdução ao sexo anal: entenda o básico para experimentar a prática sem medo ou desconforto



Para quem está interessada em matar a curiosidade e saber de uma vez por todas como é o tal sexo anal é bom salientar que há dois modelos básicos de plugs anais: o primeiro, tradicional, é pequeno e indicado para quem deseja experimentar o sexo anal; já o segundo modelo tem diâmetro maior, justamente para ser utilizado por aqueles que já praticam o sexo anal há algum tempo. Se esse é o seu caso, nunca esqueça que o ânus é uma região mais sensível. Por isso, é importante usar bons lubrificantes à base de água e caprichar nas preliminares.




Plug Anal Nexo

O modelo mais básico tem formato cônico: a ponta é mais fina e a base é larga, facilitando o manuseio nas preliminares ou mesmo durante a relação sexual. Outro modelo é o plug em formato espiral, com saliências e nódulos estimuladores. Existem ainda os plugs texturizados, com base curva para estimulação extra. Você ainda pode escolher a cinta elástica com plug feito em silicone.




Plug em Silicone

Outra opção é o plug para penetração vaginal ou anal, fabricado em PVC atóxico, permitindo fácil higienização. Este modelo tem formato cônico e é perfeito para quem está iniciando a vida sexual, seja praticando o sexo com penetração pela vagina, seja fazendo sexo anal.

Se você já faz sexo anal com frequência, experimente o Anel Peniano com Mini Plug, que vem com anel massageador para estimular o clitóris e massagear a vulva. Para os homens, o mais indicado é o Plug Vibrador Unissex, que atinge a próstata.

No Mega Booty Beads, as bolinhas dobram em todas as direções. Assim, você vai sentir todo o prazer que cada uma delas produz, já que o plug vibra de ponta a ponta.






Plug Booty Beads

Existe também o plug anal inflável, que permite alargar o canal anal de acordo com a sua necessidade, bombeando o ar através de uma pera. Alguns plugs infláveis tem formato de pênis, outros se parecem mais com um plug comum. É uma boa dica para quem quer iniciar a prática do sexo anal de forma gradual, sem dor e com total controle sobre o movimento.


Fonte Sexonico

Liberando a traseira: evite sentir dores e desconforto no sexo anal


Liberando a traseira: evite sentir dores e desconforto no sexo anal



É muito comum ouvir as pessoas defenderem seu ponto de vista quando ao sexo anal argumentando que não é natural enfiar algo em um orifício por onde saem coisas desde que o mundo é mundo. Já cheguei a ouvir que as pessoas distorcem demais a ideia dos estímulos sexuais perfeitos a ponto de aceitar dar o cu, uma parte do nosso corpo tão sensível e aparentemente tão improvável para a excitação sexual.
 Pois se natural é que pelo ânus evacuemos, natural também é que a região tem inúmeras terminações nervosas que permitem aos homens e às mulheres sentirem muito prazer quando tocados de maneira conveniente. Aliás, especialistas afirmam que é mito a crença de que a estimulação anal, principalmente durante a penetração, causa desconforto insuportável ou dores.

Se você já tentou ser penetrada por trás e sentiu que algo ia mal, melhor interromper a prática e perguntar ao seu médico se tudo vai bem com a sua saúde. Fissuras anais, hemorroidas inflamadas ou simplesmente a dificuldade em relaxar completamente os músculos da região são as causas mais comuns de desconforto durante o sexo anal. Vale lembrar que o sexo anal não causa a hemorroida, pode apenas agravar o quadro se a pessoa já apresentar inflamação na região do ânus.

Para que sua investida por trás seja um sucesso, lembre-se de que não é educado forçar a barra se ela não estiver confortável para que você avance o sinal, no bom sentido. Como diz um amigo alemão: sexo é dedicação! E paciência, cuidado, carinho, respeito…


Fonte: Sexonico




Se você aprendeu os cuidados para curtir o sexo anal adoidado e ficou bem interessada em começar a experimentar a prática, é bom ter em mente que os produtos eróticos certos podem te ajudar muito a desvendar os caminhos para o prazer anal. Vale começar brincando com os bons e velhos dedos na banheira, partir para os plugs anais para iniciantes e encarar de costas os vibradores mais potentes!

7 Coisas Que a Mulher Gosta no Cafajeste







Olha aquela moça descendo a rua. Todo um requebrado exibido que mal cabe nas roupas curtas e na boca bem pintada. 
O salto alto e as argolas gigantes na orelha conflitam com o tamanho do decote e com o tamanho da audácia dessa mulher. Ela é uma típica piriguete, a mulher cafajeste do imaginário masculino. 
Não se prende e não quer outra coisa senão diversão e prazer. 
Enquanto isso, fica satisfeita e não paga de tímida: essa mulher foi feita pra ser notada. 

Vai ver é por isso que muitos homens gostam do tipo e batem palmas pra classe das piriguetes.

Calma lá. Você não está entendendo nada desse discurso? 

Então vambora: as piriguetes são aquelas mulheres desprezadas pela ala feminina e aplaudidas pela
 ala masculina quando o assunto é sexo e “presença de palco”.
 E, antes que algumas dezenas de pedras me sejam atiradas, eu devo dizer que existem motivos pra 
que os homens gostem delas (além dos óbvios, é claro). Esses atributos que tanto chamam a atenção dos homens poderiam ser aproveitados e adaptados por todas as mulheres que enxergam algum fundamento nessa figura popular. 
Aqui vai uma lista com 7 coisas que nós gostamos nelas e que seriam úteis para qualquer mulher, afinal, todo
mundo tem alguma coisa pra nos ensinar, mesmo que você duvide disso:

1) Simpatia

Verdade seja dita: piriguetes desfilam com um sorriso aberto na cara. 
Já que elas não estão ali pra um relacionamento sério e muito menos para estar com um homem só, elas
 não trazem aquele mau humor característico das mazelas de um relacionamento.
 E isso torna a companhia delas agradável e divertida. Bom humor sempre foi a chave pra um diálogo bacana 
e pra boa convivência.

2) Segurança


Piriguetes são seguras de si. Elas se exibem por aí e confiam no taco que têm. Muitas delas nem são lá aquelas gostosas que todo mundo idealiza, mas elas estão pouco se lixando pra isso. 

Querem mais é colocar a roupa curta, sair pro funk ou pro forró e mostrar a que vieram.
 Tudo nelas se resume à atitude. Assim elas conseguem ser notadas e pouco ligam pra opinião alheia.

3) Liberdade/Libertinagem

Não vou mentir: homens gostam da disponibilidade sexual das piriguetes. 
É nesse item que a ala feminina se revolta e dispensa respeito às meninas mais dadas.
 Só que não é bem nessa perspectiva que as mulheres deveriam encarar a liberdade delas.
 A lição da piriguete aqui é que sexo é coisa que deve ser mediada pela vontade e pela atração. 
Regular demais pelo que vão pensar ou por leis sociais que oprimem é besteira pra elas. 
Um pouco exageradas, mas ainda assim fazem o que querem.

4) Desenvoltura

Esse item dispensa explicações. É só olhar a forma com que ela se comporta e imaginar como deve ser o sexo com uma mulher que foi feita para o pecado. Esse quesito seria o equivalente à pegada do cafajeste que as meninas adoram.
 Ela usa a sensualidade pra quase tudo e conquista os caras. 
Quem é que não gosta de uma provocação bem feita?

5) Desafio





















Geralmente, as piriguetes são mais fáceis de se ter, mas muito mais difíceis de manter. 

Por ser um tipo de mulher que não se apega fácil e não tem como objetivo um relacionamento duradouro, 
ela acaba por provocar em alguns homens aquela vontade de que ela fique e daí surge o desafio: convencê-la a ficar. 
E são imprevisíveis, fator que acrescenta adrenalina à figura delas.

6) Objetividade

Se elas querem, não escondem. Não rola aquele mimimi de “vem atrás de mim, vou pisar um pouco, fingir que não quero” porque é socialmente aceitável que se faça cu doce ou que seja difícil só para mostrar um suporto valor.
 Muitos relacionamentos não começam porque, às vezes, algumas mulheres se sentem obrigadas a 
reprimir suas vontades e a iniciativa por achar que seriam descartadas se o fizessem.

7) Personalidade

Eu poderia dizer que as piriguetes são, no mínimo, curiosas. Algumas vezes caricaturais, outras vezes 
imprevisíveis e bem diferentes do que a gente acha que elas são. Esse sintoma de não saber o que elas vão se 
tornar depois do primeiro contato e de quem elas são realmente intrigam os homens. É aquele mistério 

espontâneo e gostoso que faz parte do ser delas e não algo forçado para gerar interesse.

E que fique claro: essa lista não é uma ode ao comportamento de ninguém. 

Mas é interessante ver que as piriguetes possuem outros apelos além do sexual, que é 
sempre posto em destaque quando se fala delas. E você, concorda com essa lista? 
Acrescentaria ou tiraria alguma coisa?



Fonte: Lana Mesquita

7 Coisas que os Homens Gostam nas Piriguetes





Olha aquela moça descendo a rua. Todo um requebrado exibido que mal cabe nas roupas curtas e na boca bem pintada. O salto alto e as argolas gigantes na orelha conflitam com o tamanho do decote e com o tamanho da audácia dessa mulher. Ela é uma típica piriguete, a mulher cafajeste do imaginário masculino. Não se prende e não quer outra coisa senão diversão e prazer. Enquanto isso, fica satisfeita e não paga de tímida: essa mulher foi feita pra ser notada. Vai ver é por isso que muitos homens gostam do tipo e batem palmas pra classe das piriguetes.
Calma lá. Você não está entendendo nada desse discurso? Então vambora: as piriguetes são aquelas mulheres desprezadas pela ala feminina e aplaudidas pela ala masculina quando o assunto é sexo e “presença de palco”. E, antes que algumas dezenas de pedras me sejam atiradas, eu devo dizer que existem motivos pra que os homens gostem delas (além dos óbvios, é claro). Esses atributos que tanto chamam a atenção dos homens poderiam ser aproveitados e adaptados por todas as mulheres que enxergam algum fundamento nessa figura popular. Aqui vai uma lista com 7 coisas que nós gostamos nelas e que seriam úteis para qualquer mulher, afinal, todo mundo tem alguma coisa pra nos ensinar, mesmo que você duvide disso:

1) Simpatia

Verdade seja dita: piriguetes desfilam com um sorriso aberto na cara. Já que elas não estão ali pra um relacionamento sério e muito menos para estar com um homem só, elas não trazem aquele mau humor característico das mazelas de um relacionamento. E isso torna a companhia delas agradável e divertida. Bom humor sempre foi a chave pra um diálogo bacana e pra boa convivência.

2) Segurança

Piriguetes são seguras de si. Elas se exibem por aí e confiam no taco que têm. Muitas delas nem são lá aquelas gostosas que todo mundo idealiza, mas elas estão pouco se lixando pra isso. Querem mais é colocar a roupa curta, sair pro funk ou pro forró e mostrar a que vieram. Tudo nelas se resume à atitude. Assim elas conseguem ser notadas e pouco ligam pra opinião alheia.

3) Liberdade/Libertinagem

Não vou mentir: homens gostam da disponibilidade sexual das piriguetes. É nesse item que a ala feminina se revolta e dispensa respeito às meninas mais dadas. Só que não é bem nessa perspectiva que as mulheres deveriam encarar a liberdade delas. A lição da piriguete aqui é que sexo é coisa que deve ser mediada pela vontade e pela atração. Regular demais pelo que vão pensar ou por leis sociais que oprimem é besteira pra elas. Um pouco exageradas, mas ainda assim fazem o que querem.

4) Desenvoltura

Esse item dispensa explicações. É só olhar a forma com que ela se comporta e imaginar como deve ser o sexo com uma mulher que foi feita para o pecado. Esse quesito seria o equivalente à pegada do cafajeste que as meninas adoram. Ela usa a sensualidade pra quase tudo e conquista os caras. Quem é que não gosta de uma provocação bem feita?

5) Desafio

Geralmente, as piriguetes são mais fáceis de se ter, mas muito mais difíceis de manter. Por ser um tipo de mulher que não se apega fácil e não tem como objetivo um relacionamento duradouro, ela acaba por provocar em alguns homens aquela vontade de que ela fique e daí surge o desafio: convencê-la a ficar. E são imprevisíveis, fator que acrescenta adrenalina à figura delas.

6) Objetividade

Se elas querem, não escondem. Não rola aquele mimimi de “vem atrás de mim, vou pisar um pouco, fingir que não quero” porque é socialmente aceitável que se faça cu doce ou que seja difícil só para mostrar um suporto valor. Muitos relacionamentos não começam porque, às vezes, algumas mulheres se sentem obrigadas a reprimir suas vontades e a iniciativa por achar que seriam descartadas se o fizessem.

7) Personalidade


Eu poderia dizer que as piriguetes são, no mínimo, curiosas. Algumas vezes caricaturais, outras vezes imprevisíveis e bem diferentes do que a gente acha que elas são. Esse sintoma de não saber o que elas vão se tornar depois do primeiro contato e de quem elas são realmente intrigam os homens. É aquele mistério espontâneo e gostoso que faz parte do ser delas e não algo forçado para gerar interesse.
E que fique claro: essa lista não é uma ode ao comportamento de ninguém. Mas é interessante ver que as piriguetes possuem outros apelos além do sexual, que é sempre posto em destaque quando se fala delas. E você, concorda com essa lista? Acrescentaria ou tiraria alguma coisa?




Fonte: Promotora Lana Mesquita

Sexo na gravidez: 10 posições prazerosas e confortáveis

1. Em pé
Com o apoio da parede, o homem sustenta o peso da parceira, segurando-a pela parte posterior das coxas. É ideal para os primeiros meses da gravidez ou enquanto a barriga ainda estiver pequena. À medida que o útero cresce, a postura pode prejudicar a coluna.
2. De joelhos
Ele se ajoelha e ela fica apoiada em um dos joelhos. A mulher pode abraçar a cintura do parceiro com a outra perna. Essa posição é sugerida para os primeiros meses de gravidez (até o terceiro mês), quando o útero ainda não se dilatou muito.


3. Cachorrinho
Nesta posição, a mulher mantém a barriga totalmente solta, enquanto o homem, ajoelhado, controla a penetração. A postura é bastante confortável durante os primeiros trimestres. Nos últimos três meses, a barriga pesada desequilibra a coluna, que fica mais vulnerável nessa posição.
4. Pelve levantada
Enquanto ela se deita sobre travesseiros (que devem estar acomodados sob a coluna), ele, de joelhos, controla a penetração. Assim, a barriga fica livre. A pelve levantada pelas almofadas facilita o orgasmo. Pode ser experimentada até o sétimo mês. Depois disso, com a barriga muito grande, a posição tende a ficar desconfortável.
5. Colher
É uma das posturas mais confortáveis para a grávida e poderá ser praticada durante a gestação toda. O casal se encaixa de lado e a mulher pode usar um travesseiro pequeno sob a barriga para mantê-la apoiada. A postura deixa a barriga em posição de descanso, como se fosse em um ninho. Outra vantagem é que a coluna, às vezes prejudicada pelo peso da barriga, se mantém em linha reta.
6. Sentada
Sentada em frente e sobre o parceiro, a mulher está à vontade para controlar os movimentos e a intensidade da penetração. Isso permite que ela mantenha a barriga livre, sem nenhuma pressão. Uma postura agradável e suave principalmente a partir do oitavo mês, quando a barriga está mais dolorida devido ao aumento do útero.










Papai e mamãe adaptado
Para não pressionar a barriga da parceira, o parceiro não deita totalmente sobre ela. Mantém o tronco um pouco elevado. Assim não há pressão no útero – essencial a partir do segundo trimestre, quando o órgão aumenta bastante de tamanho.









8. Cruz
Essa é uma alternativa pela qual o casal pode optar até o final da gestação. A mulher fica deitada com as pernas flexionadas sobre o corpo do parceiro, que se encaixa nela de lado. Nessa postura, o conforto para a mulher é extremo já que além da coluna bem posicionada, ela mantém a barriga apoiada na cama e em situação de descanso.









9. Sentada de costas
A grávida se senta sobre o homem – de costas para ele – de forma confortável. Como a barriga fica livre e a mulher consegue maior controle sobre os movimentos, a posição permite a relação sexual até o final da gestação.








10. Armadilha da serpente
Vem do Kama Sutra esta sugestão de nome tão curioso. A mulher fica sentada sobre o parceiro, de frente, e ambos seguram os pés um do outro. O arranjo permite ao casal balançar, em um estimulante movimento de vai-e-vem, e deixa a barriga livre. Além disso, evita a pressão sobre o diafragma – com o aumento do útero, a tendência é que o órgão comprima o músculo respiratório e dificulte um pouco a respiração. Com essa posição, a liberdade e o conforto são maiores. Até o final da gravidez.

Sexualidade na Gravidez

Sexualidade na gravidez

Este é, talvez, o tema mais delicado e difícil de ser abordado pelo casal grávido, não obstante as dúvidas e ansiedades que suscita.
Homens e mulheres ainda sentem muito constrangimento em falar sobre sua própria sexualidade, principalmente no tocante às dificuldades, mesmo que seja entre parceiros.
Assim, quando o obstetra afirma que o casal deve abster-se de sexo por ser uma gravidez de risco, ninguém contesta nem sequer procura saber o que é ou não permitido e o que fazer quando a sexualidade aflora, uma vez que ela não deixa de se manifestar porque houve uma restrição médica.
Emocionalmente, uma bomba foi lançada no relacionamento conjugal. O casal, assustado, passa a evitar todo tipo de contato, fica muito mais fragilizado e distante e a ansiedade que poderia ser amenizada momentaneamente através do orgasmo, intensifica-se, criando novos temores e angústias.
Este pode ser, então, o momento de grandes descobertas amorosas. Se o casal encontra-se num relacionamento estável, maduro e sólido, quando a vinda de um filho poderá uni-los de modo mais pleno ou mesmo se a intimidade entre os parceiros propicia um diálogo aberto e honesto, há possibilidade de se poder descobrir outros jeitos de fazer amor, sem que haja penetração.
A criatividade sexual pode entrar em cena, através de jogos eróticos, novas posições e novas fontes de prazer, que transformarão tudo numa grande aventura, plena de lances inusitados e estimulantes, onde cada um poderá expressar suas preferências e fantasias mais íntimas. Tudo é permitido desde que haja harmonia entre o casal, que deve buscar o bem-estar mútuo e um maior equilíbrio emocional, diminuindo as ansiedades e angústias próprias desse período.

Sexo na gravidez

Sexo na gravidez: usufrua desse momento

Sexo na gravidez. Muita coisa muda. Não é só a mamãe que fica confusa com tanta sensação nova. O papai também tem dificuldade para lidar com essas novas informações que acontecem nessa etapa da vida do casal.
As transformações acontecem desde o início da gravidez, tanto no corpo como na mente. Os hormônios jogados no corpo da mulher a deixam com sensações que podem diminuir a libido e a vontade de fazer sexo. É comum ela sentir náuseas, vômitos, cansaço e seios doloridos. A mais nova mamãe pode achar que fazer sexo pode prejudicar o bebê ou mesmo ocasionar um aborto.
Já o papai pode ter a sensação de ser o "protetor", olhando a sua mulher como mãe e não mais como amante, se afastando sexualmente dela para protegê-la e não prejudicar o bebê. Agora, se com o papai está tudo bem em fazer sexo com sua mulher grávida, mas ela ainda não quer, saiba que carinho, atenção, paciência e diálogo são fundamentais nesse período.
Corpo em ebulição - Já no segundo trimestre da gestação, as sensações incômodas que aconteciam no início cessam e a libido da mulher volta ao normal ou mesmo pode aumentar ainda mais, como relatam algumas mulheres. A região da vagina está sensível por causa da maior vascularização da região e é um dos motivos do apetite sexual aumentar.
Se o papai ainda tem algumas dúvidas em relação ao sexo, a mamãe pode tentar aos poucos mostrar para ele que o sexo na gravidez é bom e não prejudica o bebê.
Se o papai não tinha "neuras" e aguentou pacientemente os enjoos e vômitos da mamãe passarem, a hora é agora para aproveitar o aumento da libido da mulher e ficar "nas nuvens" com os novos peitos da sua amada que estão maiores. Só cuidado com eles, pois a sensibilidade está maior e pode doer mais facilmente.
Gangorra - A libido pode voltar a diminuir no último trimestre da gravidez; a barriga já está grande e incômoda, o cansaço volta, as dores da coluna aumentam e a mulher pode não estar satisfeita com o seu corpo e peso, achando que seu companheiro não a acha mais atraente.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.
Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.
Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.
Caso papai e mamãe não se sintam bem com a penetração, há outras maneiras de se relacionar. Sexo não é só penetração. Masturbação mútua, sexo oral ou anal, jogos eróticos, beijos, carinhos e atenção podem ser alternativas à penetração.
A posição do sexo deve ser a que tanto mulher e homem se sintam à vontade. Até a barriga aparecer não tem restrições, mas quando o barrigão está presente algumas posições são incômodas como a tradicional (mamãe e papai) já que o peso do homem em cima da mulher é ruim. Se a mamãe quiser ficar deitada assim, o papai deve elevar o tronco sem pressionar a barriga da mulher.
Outra posição seria a que os dois ficam deitados de lado, o homem penetra por trás, a conhecida posição conchinha ou colherzinha. A posição em que a mulher permanece com as mãos apoiadas, "de quatro", é outra opção. A mulher ainda pode ficar por cima do parceiro controlando a penetração e não há pressão sobre a barriga.
O sexo só é proibido ou restrito em algumas situações, como sangramentos durante a gravidez, descolamento de placenta, perda de líquido amniótico, risco de aborto, entre outros. Quem irá conferir é o ginecologista.
A mulher, juntamente com o seu companheiro, devem procurar o seu médico e tirar todas as dúvidas em relação ao sexo: se pode ou não a penetração, ter orgasmos, sexo anal e tudo mais onde existir algum questionamento e ter uma gravidez saudável sem "encucações".
Dicas
Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.
Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.
A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.


Fonte: Guia do Bebe

Relato sobre a Diabetes ( Parte I )



Hoje em especial vamos abrir nosso cantinho para falar sobre um dos temas do MÊS AZUL a DIABETES.
E convidei uma amiga que é diabética para falar do assunto e falar um pouco sobre sua vida com a diabetes.

Relato da Valesca Abranches


No dia 23 de dezembro de 1991, eu fui a um urologista levar alguns exames, haviam meses q alguns sintomas me perturbavam, muita sede, muito suor, sempre com vontade de urinar, minhas pernas viviam inchadas como a de uma grávida. Era o 11º médico q eu procurava p tentar descobrir o q era q eu tinha e nenhum antes havia me pedido um simples exame de glicose. Simples, eu era jovem (19 anos), não era obesa e não tinha nenhum diabético na família. Essa falha dos médicos poderia ter custado a minha vida!
Saber 1 dia antes da festa de Natal q eu era diabética, não foi fácil, eu não fazia ideia do q era, de como se tratava e não podia acreditar no q me diziam, q seria assim p sempre. Na época o tratamento era muito ruim, não haviam testes de glicemia no sangue, as insulinas eram deficientes, a dieta era restritiva (não se sabia nada sobre contagem de carboidrato) e os alimentos dietéticos estavam iniciando no Brasil.
gueira, etc causados pela diabetes ocorrem em pacientes tipo 2, simplesmente porque eles não se cuidam! No entanto, a imagem q as pessoas tem do diabético, é exatamente a do DM2! Isto porque 10 a 20% da população mundial é diabética, mas entre estes apenas 5 a 10% são DM1. O DM1 é uma doença autoimune, ou seja, por algum motivo desconhecido o organismo passa a considerar as células produtoras de insulina como ameaça e as destroem. Não existe qualquer prova de q é genético e é muito raro 2 pessoas na mesma família apre
Existem 2 tipos de diabetes, DM1 e DM2 (vamos tratar o tipo 3 como 1, por também ser insulino dependente) são doenças muito diferentes, os sintomas são parecidos, mas tanto a causa, como o tratamento são muito diferentes! Apesar do diabético tipo 1 ter uma doença muito mais grave, já q produz zero de insulina e é acometido muito antes do q o tipo 2, a grande maioria dos casos relatados de amputações, perda de rim, c
esentarem. O tratamento é feito com insulina, exercícios físicos e a dieta não restringe nenhum alimento, apenas controle da relação entre carboidratos ingeridos e insulina.

O DM1 sofre de algo q raramente os DM2 sentem: Hipoglicemia! Ela pode acontecer a qualquer animal quando deixa de se alimentar! É a queda de glicose no sangue, mas no caso do diabético tipo 1 ela ocorre com muito mais frequência, basta q o equilíbrio super delicado entre consumo de carboidrato, insulina e gasto de glicose seja perturbado, e ele pode ser perturbado pelo clima, por emoções, pelo jeito q um alimento é preparado, etc... Ou seja, ela ocorre com frequência, e muitas vzs é rápida e devastadora, por isso todo DM1 deve sempre ter alguma fonte de glicose perto de si!
O DM2 ocorre quando o pâncreas vê a sua capacidade de produzir insulina prejudicada, as vezes por idade outras por excesso de esforço (obesidade), mas em quase todos os casos ocorre quando existe uma predisposição genética. Tratasse com compridos, exercício físico e dieta rigorosa! Na dieta a restrição não é somente de açúcar, mas sim de tudo q se transforma em glicose, ou seja, restringe também carboidratos e gorduras.
Você pode ficar diabético com qq idade! Nem mesmo os fetos estão livres! E mesmo na idade adulta vc pode se tornar insulino dependente! Esses casos de adultos q se descobrem insulino-dependentes tem se tornado cada vez mais frequentes, sendo considerado como um novo tipo de diabete, a DM3.
Além desses casos existem pessoas q não são diabéticas de fato, mas se tornam dependente de tratamento p diabetes porque tiveram de remover parte de pâncreas ou totalmente, isso por que o pâncreas parou de funcionar por outros motivos, são vitimas de tumores, pancreatite, etc.


Continua..

Relatos sobre a Diabetes ( Parte II )






Não existe ainda uma cura para a diabetes, e no caso do DM1 (assim como outras doenças autoimunes) não existe ainda nem sequer uma explicação comprovada p a sua existência. Já no caso do DM2, dieta, uma vida saudável, a prática regular de exercícios pode retardar por vários anos ou até mesmo evitar o seu aparecimento.
Chás, ervas, alimentos q prometem servir para reduzir a glicose funcionam apenas parcialmente e somente p quem ainda produz insulina!!!!! Nunca como substituto dela! E pode servir de auxiliar no tratamento do DM2, mas somente dele!
um diabético bem cuidado pode levar uma vida absolutamente normal. Os cuidados dão trabalho, exigem disciplina e dedicação, mas permitem uma vida sem restrições! Existem vários diabéticos famosos: Em 1999, o nadador americano Gary Hall foi diagnosticado com diabetes tipo 1 e os médicos disseram que sua carreira chegaria ao fim. Na Olimpíada de Sydney, em 2000, a primeira que disputou depo
Existe mta falta de informação sobre o diabetes, inclusive dentro da área de saúde, mais ainda no q se refere ao tratamento do DM1, e a falta de informação e preconceito é a principal causa de problemas na vida de um diabético, p
quais do diagnóstico, Hall ganhou duas medalhas de ouro uma de prata e uma de bronze. Ele ainda competiu nas olimpíadas de Atenas, em 2004, aos 29 anos, se tornando o nadador americano mais velho em 80 anos a se qualificar para uma Olimpíada O apresentador Fausto Silva, o Faustão, teve diabetes tipo 2 por causa da obesidade. Depois de uma cirurgia de redução de estômago suas glicemias se normalizaram e ele não precisa mais de medicação para o diabetes

ipo 1 aos 33 anos e hoje luta para melhorar a qualidade de vida dos diabéticos nos Estados Unidos O inventor da lâmpada elétrica, Thomas Alva Edison também foi um diabético ilust
O corredor da fórmula Indy Charlie Kimball é diabético tipo 1 e quando passou pelo Brasil recebeu crianças diabéticas nos boxes para contar como controla a glicemia nas corridas. O ex-jogador de futebol Washington é diabético desde os 21 anos e tem problemas cardíacos por complicações pelas altas glicemias, mas isso não o impediu de ainda ser campeão brasileiro, depois de voltar a jogar em 2004 A atriz Mary Tyler Moore foi diagnosticada com diabetes
tre. Em uma época que o controle da doença era difícil, ele morreu aos 84 anos Filha de um diabético tipo 1, a vocalista do Kid Abelha, Paula Toller, achou que já não corria mais risco de ter a doença quando foi diagnosticada, aos 47 anos. O jeito foi seguir os conselhos do amigo Dado Villa-Lobos, já veterano de diabetes Aos 13 anos, Nick Jonas, da banda Jonas Brothers, foi diagnosticado com diabetes tipo 1. Ele controla a glicemia com uma bomba de infusão contínua de insulina e participa de eventos para a conscientização dos jovens sobre o diabetes
lho e parcial do outro. Robinson morreu de falência cardíaca aos 53 anos e foi fundado em seu nome um centro de diagnóstico de diabetes Não é muito divulgado que o rei do rock, Elvis Presley, teve d
Neil Young foi descobriu ter com diabetes tipo 1 aos seis anos de idade, na mesma época, teve poliomielite e foi diagnosticado com epilepsia. Hoje, aos 65 anos, ele continua na estrada fazendo shows O diretor de cinema George Lucas foi diagnosticado com diabetes tipo 2 ao fazer exames para o exército em 1967 O lendário jogador de baseball, Jackie Robinson, foi diagnosticado com diabetes pouco depois de se aposentar. Ele passou a tomar injeções de insulina, mas não conseguiu controlar a doença, teve diversas complicações, perdeu a visão total de um
oiabetes. Ele fazia seu controle discretamente, e ainda ajudou (e sua fama ainda ajuda) a Associação Americana de Diabetes (ADA, sigla em inglês) a manter seu trabalho Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, tem diabetes tipo 1 desde os 11 anos. Em 2001, ele ganhou uma medalha da Sociedade Brasileira de Diabetes por ter completado, na época, 25 anos sem complicações. Hoje em dia, o músico continua os cuidados sem complicações decorrentes da diabetes O cantor James Brown foi diagnosticado com diabetes tipo 1 ainda jovem, até hoje ainda é referência da música mundial e, mesmo fazendo shows e vivendo na estrada, controlou o diabetes até o final da sua vida. Ele morreu em 2006 de pneumonia aos 73 anos
cá, ela vem mantendo sua glicemia sob controle. Em 2008, a atriz ficou grávida e teve uma filha sem nenhum tipo de complicação, mesmo sendo diabética há quase 20 anos O ator José Loreto, o Darkson da novela Avenida Brasil, descobriu o diabe
O ator e comediante Jerry Lewis tem diabetes tipo 1 e diz que gosta de doces e sofre com isso. Aos 85 anos, ele sofre com uma série de problemas de saúde como distrofia muscular, insuficiência cardíaca e fibrose pulmonar, mas ainda faz shows A cantora Ana Carolina é diabética desde os 16 anos de idade, ela costuma participar de eventos da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) para ajudar a conscientizar a população sobre a doença A atriz Angelina Jolie teve diabetes gestacional, mas conseguiu controlar a doença e teve um casal de gêmeos saudáveis A atriz norte-americana, Halle Berry, descobriu que tinha diabetes do tipo 1 aos 23 anos, quando passou mal em uma gravação e chegou a entrar em coma. De lá para
tes tipo 1 ainda na adolescência, aos 15 anos de idade. A paixão pelos esportes o ajuda a controlar a glicemia
 
Layout elaborado por Relatorium de Mulher | Todos os direitos reservado/@2013/Proibida a Reprodução