Hoje em especial vamos abrir nosso cantinho para falar sobre um dos temas do MÊS AZUL a DIABETES.
E convidei uma amiga que é diabética para falar do assunto e falar um pouco sobre sua vida com a diabetes.
Relato da Valesca Abranches
No dia 23 de dezembro de 1991, eu fui a um urologista levar alguns exames, haviam meses q alguns sintomas me perturbavam, muita sede, muito suor, sempre com vontade de urinar, minhas pernas viviam inchadas como a de uma grávida. Era o 11º médico q eu procurava p tentar descobrir o q era q eu tinha e nenhum antes havia me pedido um simples exame de glicose. Simples, eu era jovem (19 anos), não era obesa e não tinha nenhum diabético na família. Essa falha dos médicos poderia ter custado a minha vida!
Saber 1 dia antes da festa de Natal q eu era diabética, não foi fácil, eu não fazia ideia do q era, de como se tratava e não podia acreditar no q me diziam, q seria assim p sempre. Na época o tratamento era muito ruim, não haviam testes de glicemia no sangue, as insulinas eram deficientes, a dieta era restritiva (não se sabia nada sobre contagem de carboidrato) e os alimentos dietéticos estavam iniciando no Brasil.
gueira, etc causados pela diabetes ocorrem em pacientes tipo 2, simplesmente porque eles não se cuidam!
No entanto, a imagem q as pessoas tem do diabético, é exatamente a do DM2! Isto porque 10 a 20% da população mundial é diabética, mas entre estes apenas 5 a 10% são DM1. O DM1 é uma doença autoimune, ou seja, por algum motivo desconhecido o organismo passa a considerar as células produtoras de insulina como ameaça e as destroem. Não existe qualquer prova de q é genético e é muito raro 2 pessoas na mesma família apre
Existem 2 tipos de diabetes, DM1 e DM2 (vamos tratar o tipo 3 como 1, por também ser insulino dependente) são doenças muito diferentes, os sintomas são parecidos, mas tanto a causa, como o tratamento são muito diferentes! Apesar do diabético tipo 1 ter uma doença muito mais grave, já q produz zero de insulina e é acometido muito antes do q o tipo 2, a grande maioria dos casos relatados de amputações, perda de rim, c
esentarem. O tratamento é feito com insulina, exercícios físicos e a dieta não restringe nenhum alimento, apenas controle da relação entre carboidratos ingeridos e insulina.
O DM1 sofre de algo q raramente os DM2 sentem: Hipoglicemia! Ela pode acontecer a qualquer animal quando deixa de se alimentar! É a queda de glicose no sangue, mas no caso do diabético tipo 1 ela ocorre com muito mais frequência, basta q o equilíbrio super delicado entre consumo de carboidrato, insulina e gasto de glicose seja perturbado, e ele pode ser perturbado pelo clima, por emoções, pelo jeito q um alimento é preparado, etc... Ou seja, ela ocorre com frequência, e muitas vzs é rápida e devastadora, por isso todo DM1 deve sempre ter alguma fonte de glicose perto de si!
O DM2 ocorre quando o pâncreas vê a sua capacidade de produzir insulina prejudicada, as vezes por idade outras por excesso de esforço (obesidade), mas em quase todos os casos ocorre quando existe uma predisposição genética. Tratasse com compridos, exercício físico e dieta rigorosa! Na dieta a restrição não é somente de açúcar, mas sim de tudo q se transforma em glicose, ou seja, restringe também carboidratos e gorduras.
Você pode ficar diabético com qq idade! Nem mesmo os fetos estão livres! E mesmo na idade adulta vc pode se tornar insulino dependente! Esses casos de adultos q se descobrem insulino-dependentes tem se tornado cada vez mais frequentes, sendo considerado como um novo tipo de diabete, a DM3.
Além desses casos existem pessoas q não são diabéticas de fato, mas se tornam dependente de tratamento p diabetes porque tiveram de remover parte de pâncreas ou totalmente, isso por que o pâncreas parou de funcionar por outros motivos, são vitimas de tumores, pancreatite, etc.
Continua..


0 comentários:
Postar um comentário